Assim, inicio aqui uma série de (nem tão) pequenas resenhas dos volumes lidos, que coloco na ordem em que li, não na ordem de publicação (que nem mesmo os filmes respeitaram).
Casino Royale
Eu havia lido dois contos (A View to a Kill e The Living Daylights, publicados naquela coleção Pocket Classics da Penguim) como introdução. Gostei do que vi ali, e Casino Royale, sendo o primeiro da série, me pareceu a escolha óbvia como ponto de partida.
O plot: LeChiffre, “a Cifra”, é um banqueiro francês que cuida dos investimentos de um sindicato que serve de fachada para operações da SMERSH, o órgão de contra-espionagem soviético, e que teve a infelicidade de investir todo seu capital em prostíbulos pouco antes do governo francês baixar uma lei anti-prostituição. Seu plano, então, é levantar fundos em um jogo de altas apostas no Hotel Esplendide, na praia francesa de Royale-les-Eaux. Sabendo disso, o serviço secreto inglês envia o melhor jogador do departamento, James Bond, para quebrá-lo no jogo. A contragosto, Bond leva uma assistente, Vesper Lynd. Quase todos os personagens recorrentes são introduzidos aqui: M, Miss Moneypenny, René Mathis e Felix Leiter.
